José Mendes afirma que “além dos investidores típicos, estes novos fundos podem ser também utilizados por particulares, na reabilitação das suas casa, ou por condomínios, desde que a obra gere um rendimento”.

Os fundos para a reabilitação urbana têm uma componente de eficiência energética e exigem que os projetos financiados tenham um retorno financeiro que assegure a capacidade de o promotor proceder ao respetivo reembolso.

Fonte : Negócios.pt