O secretário de Estado Adjunto e do Ambiente explica que a linha de crédito anunciada esta sexta-feira vem desbloquear situações de impasse em edifícios que são património habitacional do Estado.

A linha de crédito para obras em edifícios que fazem parte do património habitacional do Estado é uma tentativa de desbloquear o impasse que se gera muitas vezes em edifícios de habitação social onde há pessoas que compraram frações mas não têm meios para fazer obras.

O secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, explica que este programa abrange cerca de mil edifícios em todo o país, muitos em avançado estado de degradação.

O secretário de Estado defende que tudo foi planeado para facilitar o acesso a esta linha de crédito. “Aquilo que está definido é que o empréstimo possa ir até 100% das despesas, que tenha uma taxa de juro muito baixa (que será de 1%) e que tenha maturidades alargadas, que podem ir de cinco a 12 anos, tendo uma carência de pagamento de juros e de capital no primeiro ano”, explica José Mendes.

As condições de apoio a proprietários de frações em edifícios que fazem parte do património habitacional do Estado, na sua grande maioria, pertencem ao Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, organismo que assume a sua quota-parte no valor das obras.

Fonte: TSF